O BRASIL DEIXOU DE SER UM PAÍS PACÍFICO E PASSOU A SER UM PAÍS VIOLENTO: NA CALADA DA NOITE OU COM CHEIRO DE FUMAÇA DE ÓLEO DIESEL – PARTE 1

A truculência policial vem crescendo a cada dia, principalmente em relação à população pobre e negra. Desta vez, ocorreu a TORTURA seguida da morte de Genivaldo, rapaz doente, negro, pobre e trabalhador. O relato é forte. A cenas são mais fortes ainda. E Bolsonaro? Defendeu a PRF.

O SIMBOLISMO DA CONCESSÃO DA GRAÇA PELO PRESIDENTE BOLSONARO – PARTE 1

Bolsonaro e todos seus apoiadores, incluindo Daniel Silveira, sempre tentam defender seus atos criminosos e falas irresponsáveis alegando liberdade de expressão. Mas como bem ressaltou o Ministro Alexandre de Moraes, “liberdade de expressão não é liberdade de agressão”.

“EU DIRIJO A NAÇÃO PARA O LADO QUE OS SENHORES DESEJAREM” – PARTE 2

Bolsonaro se utiliza de pautas religiosas para fins político-eleitoreiros, apresentando-se como um “homem de bem”, que acredita em Deus e na valorização da família. Mas, afinal, o que é para Bolsonaro ser um homem de bem? Em que Deus ele acredita? E o que significa, para ele, a valorização da família?

“EU DIRIJO A NAÇÃO PARA O LADO QUE OS SENHORES DESEJAREM” – PARTE 1

Bolsonaro insiste em usar a religião como instrumento de poder político, colocando em prática projeto anunciado por ele mesmo em 2018, durante a campanha eleitoral, quando vociferou: “Não existe essa historinha de Estado laico, não! O Estado é cristão. Vamos fazer o Brasil para as maiorias. As minorias se adequam ou simplesmente desaparecem”.

“ALGO VAI NOS SALVAR”, AFIRMA BOLSONARO

Falando apenas para o seu “cercadinho”, Bolsonaro continua com discursos machistas, homofóbicos, agressivos e que demonstram total falta de empatia e desprezo pela democracia. Prevendo possível derrota nas urnas em 2022, tenta inculcar na cabeça de seus seguidores motivos para um possível golpe.

DUAS FACES DE UMA MESMA MOEDA FALSA – PARTE 3

Durante todo o tempo em que ficou sob o comando do Ministério da Justiça, Sérgio Moro não só defendeu o governo, como levantou todas as bandeiras de Bolsonaro, até mesmo as mais indefensáveis e que nada tinham a ver com suas funções de ministro.