A FARSA DO CUIDADO INDISPENSÁVEL: A PRISÃO DOMICILIAR DE BOLSONARO VIROU PRIVILÉGIO POLÍTICO

A farsa dos “cuidados indispensáveis” ruiu com a pré-candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado, desmascarando o privilégio da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Contudo, mandá-lo para a Papuda agora exige inteligência política: cumpre a lei, mas não pode dar de bandeja o espetáculo do “mártir” que a extrema-direita tanto deseja.

A FARSA DA NARRATIVA DA CRISE: A VERDADE SOBRE AS CASAS BAHIA, BRADESCO E NESTLÉ

Tentar transformar realinhamentos industriais do capitalismo global, mudanças de hábito do consumidor digital e erros crônicos de gestão privada em responsabilidade da política econômica do presidente Lula é uma estratégia desonesta, típica da extrema-direita bolsonarista que não tem plano para o país e cujo objetivo único é tirar proveito próprio.

A FARSA DO BANCO MASTER: O ESCÂNDALO PERTENCE AO CLÃ BOLSONARO, E OS ERROS DE UM SENADOR ISOLADO NÃO MUDAM ISSO

No campo progressista não passamos pano: a lei vale para todos e quem errou deve pagar. Contudo, erros individuais isolados não criam falsa equivalência. A verdadeira arquitetura, o berço e a engenharia sistêmica do escândalo do Banco Master pertencem umbilicalmente à extrema-direita bolsonarista e ao clã de Flávio Bolsonaro.

O PIX NUNCA FOI DE UM GOVERNO. É PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO!

O PIX não é do Bolsonaro! O projeto nasceu no Banco Central ainda em 2016, muito antes de qualquer gestão bolsonarista. O clã tenta sequestrar essa conquista para esconder seu entreguismo: querem transformar o Brasil em colônia dos EUA e sacrificar nossa soberania para ganhar apoio eleitoral. O PIX é nosso!

REVISÃO CRIMINAL OU GOLPE JURÍDICO? A TENTATIVA DE REESCREVER O 8 DE JANEIRO NO TAPETÃO

Depois de fracassar no golpe de 8 de janeiro, Bolsonaro agora tenta virar o jogo no tapetão do STF. Sem provas novas, mas com pressão política e suspeitas de favorecimento, a revisão criminal pode abrir a porta para a impunidade dos poderosos — e colocar a própria democracia brasileira em risco.

BOLSOMASTER: A ENGRENAGEM DE PODER QUE CONECTA BANCO, POLÍTICA E BLINDAGEM INSTITUCIONAL NO BRASIL

BOLSOMASTER expõe uma rede de poder que liga banco, extrema-direita e instituições, revelando conexões, influência e possíveis blindagens. Enquanto aliados de Bolsonaro orbitam o esquema, Lula e órgãos de controle atuaram para barrar abusos. Um retrato de como elites pressionam o Estado e tentam transformar poder econômico em impunidade.

TRAIÇÃO NACIONAL: A FAMÍLIA BOLSONARO QUER TRAZER A GUERRA PARA O BRASIL PARA SALVAR A PRÓPRIA PELE

Enquanto Lula protege a soberania e fortalece a economia do Brasil, a família Bolsonaro conspira com os EUA, pedindo sanções, invasão e saque das nossas riquezas. Corrupção, milícias e crimes encobertos não são incidentes: são a face do bolsonarismo. Traição à pátria exposta e sem disfarces.

OPERAÇÃO ABAFA E O “BOLSOMASTER”: A MENTIRA DOS R$ 19 MILHÕES CONTRA LULINHA PARA SALVAR O CLÃ BOLSONARO

Enquanto manchetes tentam transformar movimentações legais de Lulinha em escândalo, investigações revelam ligações entre o Banco Master e o bolsonarismo: jatinhos de campanha, doações milionárias e contatos com parlamentares. Nada ilegal apareceu contra Lulinha. O caso expõe como cortinas de fumaça são criadas para desviar o foco dos verdadeiros escândalos.

“NÃO VOU ESPERAR F… MINHA FAMÍLIA” Versus “SE TIVER FILHO MEU METIDO NISSO, VAI SER INVESTIGADO”: BOLSONARO BLINDOU, LULA COBROU JUSTIÇA

Quando a investigação chegou perto, Bolsonaro disse que não esperaria “f… sua família” e interferiu na PF. Lula afirmou que, se houver crime, até seu filho deve ser investigado. Entre Bolsonaro e Lula, a diferença é cristalina: um tentou blindar; o outro defendeu que a lei valha para todos.

NOSSO SOBRENOME É BRASIL DA SILVA: A BIOGRAFIA DE UM OPERÁRIO QUE A ELITE QUER APAGAR

Não é Carnaval, é disputa de poder. Tentaram criminalizar o samba porque o nome é Lula. A elite treme quando o povo transforma um operário em símbolo eterno. Podem judicializar, fabricar escândalos, gritar “inelegível”. Não adianta. Lula não é só um nome: é memória coletiva que eles jamais conseguirão apagar.