Cris Couto
O Brasil precisa entender a gravidade do que está acontecendo. Não estamos diante apenas de mais uma disputa política ou de um conflito ideológico entre governo e oposição. O que está em jogo é algo muito mais sério: a própria SOBERANIA NACIONAL. Enquanto o presidente Lula trabalha para proteger a economia, manter a paz e garantir comida no prato do povo, a família Bolsonaro está no exterior fazendo lobby para abrir caminho para a intervenção estrangeira no país. Sim, é isso mesmo. Enquanto milhões de brasileiros acordam cedo para trabalhar, produzir e sustentar suas famílias, OS AUTOPROCLAMADOS “PATRIOTAS” DA EXTREMA-DIREITA BOLSONARISTA ESTÃO OFERECENDO O BRASIL EM BANDEJA PARA INTERESSES ESTRANGEIROS. Não é oposição política. Isso tem outro nome: TRAIÇÃO NACIONAL. Lula defende o Brasil. Bolsonaro e a extrema-direita defendem Washington. É simples assim!
O cenário diplomático brasileiro vive um momento de forte reafirmação da soberania nacional sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente Lula tem sido enfático em seus discursos internacionais ao declarar que “o Brasil não é colônia, nem quintal de ninguém”, reforçando que o país possui um projeto próprio de desenvolvimento e não se submeterá a pressões externas. Em pronunciamento que foi ao ar em cadeia nacional de rádio e televisão, na noite do dia 6 de setembro de 2025, o presidente disse “Querido povo brasileiro, amanhã, 7 de setembro, é dia de celebrarmos a Independência do Brasil. É uma boa hora para a gente falar de soberania. O 7 de setembro representa o momento em que deixamos de ser colônia e passamos a conquistar nossa independência, nossa liberdade e nossa soberania. Na época da colonização, nosso ouro, nossas madeiras, nossas pedras preciosas, nada disso pertencia ao povo brasileiro. Toda nossa riqueza ia embora do Brasil para ajudar a enriquecer outros países. (…) Mais de 200 anos se passaram e nós nos tornamos soberanos. NÃO SOMOS E NÃO SEREMOS NOVAMENTE COLÔNIA DE NINGUÉM… O BRASIL TEM UM ÚNICO DONO: O POVO BRASILEIRO. Por isso, defendemos nossas riquezas, nosso meio ambiente, nossas instituições. Defendemos nossa democracia e resistiremos a qualquer um que tente golpeá-la. É inadmissível o papel de alguns políticos brasileiros que estimulam os ataques ao Brasil. Foram eleitos para trabalhar pelo povo brasileiro, mas defendem apenas seus interesses pessoais. São traidores da pátria. A História não os perdoará”.
Diante da imposição de barreiras comerciais protecionistas pelos Estados Unidos, em 2025, que atingiram setores estratégicos como o aço, o alumínio, o café e a carne, o governo federal adotou uma postura pragmática e firme. Ao denunciar o que classifica como “chantagens comerciais”, Lula reiterou o compromisso com o multilateralismo, buscando equilibrar as relações globais sem permitir que a economia brasileira seja refém de interesses unilaterais. É assim que se firma a soberania!
Enquanto a diplomacia oficial trabalhou para mitigar os impactos de tarifas e sanções, a atuação de figuras da oposição bolsonarista levantou graves debates sobre a defesa dos interesses nacionais. Relatórios apontaram que Jair Bolsonaro teria enviado R$ 2 milhões para Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, com o objetivo de articular junto a Washington medidas que, na prática, fragilizaram a economia do próprio país, prejudicando, portanto, o povo brasileiro. Essa estratégia incluiu o incentivo a sanções e restrições comerciais que poderiam isolar o Brasil e prejudicar diretamente o setor produtivo, servindo como uma ferramenta de pressão política internacional. É certo que o então deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo admitiram publicamente que atuaram nos bastidores junto ao governo de Donald Trump para pressionar os Estados Unidos a adotar sanções econômicas contra o Brasil!
A gravidade desse cenário só não resultou em danos maiores devido à reativação da diplomacia presidencial e à competência do Itamaraty. Em um feito histórico para o agronegócio e para a indústria, o Brasil celebrou a marca de 500 novos mercados abertos desde 2023, diversificando as exportações e reduzindo a dependência excessiva de parceiros tradicionais. Esse é mais um resultado das viagens e das negociações internacionais do presidente Lula. Além disso, a capacidade de Lula em manter canais de diálogo direto com líderes de diferentes espectros, incluindo Donald Trump, demonstra um pragmatismo essencial para blindar o setor produtivo de retaliações ideológicas, garantindo a manutenção de empregos no campo e na cidade e o fortalecimento do PIB nacional.
O contraste entre as duas posturas é evidente: de um lado, Lula e sua política externa focada na busca por investimentos, na diversificação de parceiros e na proteção da soberania; do outro, a extrema-direita bolsonarista fazendo articulação política com os EUA para prejudicar o Brasil com o objetivo único de se livrarem de seus crimes. Enquanto Lula se esforça para manter o Brasil como um protagonista global independente, a oposição parece priorizar o alinhamento irrestrito a interesses externos, muitas vezes em detrimento da estabilidade econômica e social da nação. Lula defende o Brasil e os brasileiros; Bolsonaro se ajoelha para os EUA e quer entregar nossas riquezas. Duvida? Bolsonaro afirmou inúmeras vezes que pretendia explorar a Amazônia junto com os EUA, pouco se importando com o meio ambiente ou com as terras demarcadas pertencentes aos povos indígenas. Para Bolsonaro, o que interessa é o dinheiro…no bolso dele! E esse fetiche pelos EUA não é só de Bolsonaro, mas sim de todos os bolsonaristas. Na comemoração do dia da independência brasileira, enquanto o campo progressista celebrava com a bandeira do Brasil, os bolsonaristas foram às ruas com enormes bandeiras americanas!!! Inacreditável, né?
Importa observar que o cenário político brasileiro volta a ser marcado por um debate sensível: A PROTEÇÃO DA SOBERANIA NACIONAL DIANTE DAS NOVAS INICIATIVAS DA FAMÍLIA BOLSONARO EM TERRITÓRIO NORTE-AMERICANO. Enquanto Eduardo Bolsonaro permanece residindo nos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro esteve recentemente em Washington buscando apoio de autoridades estrangeiras para que facções criminosas brasileiras — como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) — sejam classificadas como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs). À primeira vista, e para um leigo, a iniciativa pode parecer uma estratégia legítima de combate ao crime organizado. No entanto, suas implicações jurídicas são profundas e potencialmente perigosas. Isso porque a eventual designação dessas organizações por um Estado estrangeiro pode abrir espaço para ações extraterritoriais sob a justificativa de combate ao terrorismo, criando um precedente preocupante de ingerência externa em matéria que, à luz do direito internacional e da própria ordem constitucional brasileira, deve ser tratada exclusivamente pelas instituições nacionais. Resumindo, se os EUA classificarem o PCC e o CV como terroristas, haverá um pretexto para justificar a invasão do Brasil, usando até bombas, para roubar nossas riquezas.
Juridicamente, o PCC e o Comando Vermelho não são grupos terroristas, mas sim organizações criminosas de caráter transnacional. De acordo com a Lei Antiterrorismo brasileira (Lei 13.260/2016), o terrorismo é definido por atos cometidos por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, com o objetivo de provocar terror social. Facções como o PCC e o CV, embora extremamente violentas, possuem uma motivação puramente comercial e lucrativa: o controle do mercado de ilícitos. Elas não buscam derrubar o Estado por uma ideologia política ou religiosa, mas sim lucrar à margem dele. Classificá-las como terroristas ignoraria a tipificação da Lei do Crime Organizado (Lei 12.850/2013), dificultando a punição por parte da Justiça brasileira, e abriria uma brecha perigosa para que qualquer movimento social pudesse, no futuro, ser rotulado da mesma forma por governos autoritários interessados em criminalizar a oposição.
Essa articulação internacional torna-se ainda mais contraditória quando observamos o histórico de proximidade de Bolsonaro com o crime organizado doméstico. É IMPOSSÍVEL IGNORAR AS LIGAÇÕES DA FAMÍLIA BOLSONARO COM AS MILÍCIAS DO RIO DE JANEIRO, evidenciadas por figuras como Adriano da Nóbrega, miliciano e chefe de um grupo de extermínio, que foi publicamente elogiado e condecorado por Jair Bolsonaro com a Medalha Tiradentes e teve familiares empregados no gabinete de Flávio Bolsonaro. Somam-se a isso as figuras de Fabrício Queiroz, miliciano, amigo pessoal de Jair Bolsonaro e responsável pela articulação das rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsoanro. Interessante ainda destacar que AS RACHADINHAS – CRIME DE PECULATO – DE FLÁVIO BOLSONARO FINANCIARAM PRÉDIOS ILEGAIS DA MILÍCIA NO RIO, segundo investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro. Ou seja, o agora presidenciável Flávio Bolsonaro lucrou com a construção ilegal de prédios erguidos pela milícia usando dinheiro público. Os fatos recentes reforçam ainda mais a contradição presente no discurso de combate ao crime propagado pelo bolsonarismo. Segundo investigação conduzida pela Polícia Federal o EX-SECRETÁRIO ESTADUAL ALESSANDRO PITOMBEIRA CARRACENA, ASSOCIADO POLITICAMENTE AO ENTORNO DE FLÁVIO BOLSONARO E SUSPEITO DE PARTICIPAÇÃO EM UM ESQUEMA DE VENDA DE INFLUÊNCIA QUE TERIA FAVORECIDO INTERESSES DO COMANDO VERMELHO.
Some-se a tudo isso o escândalo do Banco Master, que atinge diretamente o núcleo político da extrema direita bolsonarista. As investigações sobre o banqueiro Daniel Vorcaro revelam uma teia de relações políticas que inclui financiamento eleitoral a Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, viagens do deputado Nikolas Ferreira em aeronaves ligadas ao empresário e até a atuação do senador Ciro Nogueira na apresentação de proposta de emenda que poderia beneficiar diretamente o banco. Como se não bastasse, o celular de Vorcaro continha contatos de ao menos dezoito parlamentares da extrema direita, revelando a profundidade das conexões políticas do esquema. Agora, com o avanço das investigações, surgem também suspeitas de que estruturas financeiras associadas ao caso Master possam ter sido utilizadas para movimentar recursos ligados ao Comando Vermelho, ampliando ainda mais a gravidade do escândalo e expondo um preocupante cruzamento entre sistema financeiro, poder político e crime organizado.
A coincidência desses episódios levanta questionamentos inevitáveis: enquanto se invoca o combate ao crime organizado como justificativa para pressões externas e discursos de endurecimento, multiplicam-se casos envolvendo pessoas politicamente ligadas ao próprio bolsonarismo em investigações que apontam conexões justamente com estruturas do crime que afirmam combater. ESSAS CONEXÕES REVELAM QUE O INTERESSE DA EXTREMA-DIREITA NÃO É A SEGURANÇA PÚBLICA REAL, MAS SIM O USO DE RÓTULOS INTERNACIONAIS PARA FINS POLÍTICOS, enquanto mantêm relações ambíguas com as máfias locais.
Na prática, a classificação de facções como “terroristas” sob a ótica da legislação americana daria a Washington o gatilho legal para intervir diretamente no sistema financeiro brasileiro, sancionar bancos nacionais e até justificar operações militares em nosso território sob o pretexto de “combate ao terror”. O governo Lula alerta para o risco à paz social, pois intervenções estrangeiras não distinguem endereços ou posições políticas. Ou seja, a bomba, afinal, não escolhe ideologia. Ou será que os “patriotas bolsonaristas” acham que a bomba americana cairia apenas em cima dos petistas? Além disso, para a economia e o agronegócio, essa medida seria desastrosa, provocando fuga de capitais e bloqueios comerciais. O PRESIDENTE LULA TEM REITERADO QUE A SEGURANÇA SE RESOLVE COM INTELIGÊNCIA E FORTALECIMENTO DO ESTADO, DENUNCIANDO QUE TAIS MANOBRAS VISAM APENAS CRIAR O CAOS PARA JUSTIFICAR A ENTREGA DE NOSSAS RIQUEZAS SOB O MANTO DE UMA FALSA AJUDA INTERNACIONAL.
Para essa extrema-direita, é preferível um Brasil sob intervenção e com a soberania fragilizada do que uma nação independente onde o trabalhador tenha poder de escolha. Defender a classificação de facções como terroristas internacionais não é proteger o cidadão. Ao contrário, é convidar os EUA a invadir nossa soberania para manter o controle social através do medo e do ódio.
Como se não bastasse, os Estados Unidos já enviaram armamentos e equipamentos militares ao Paraguai, país que faz fronteira com o Brasil. Oficialmente, para “cooperar contra o crime organizado”. Na prática, mais uma forma de pressionar politicamente o Brasil e aumentar a presença militar americana na região, abrindo espaço para que interesses externos atuem próximos de território nacional. Ou seja, devido à extrema-direita internacional, a América do Sul deixou oficialmente de ser uma região de paz.
A atual guerra tecnológica entre os Estados Unidos e a China colocou o Brasil no centro de uma disputa geopolítica sem precedentes, onde o controle sobre minerais estratégicos é a munição principal. Washington precisa desesperadamente garantir o suprimento de recursos como o nióbio — do qual o Brasil detém cerca de 90% das reservas mundiais e que é vital para a indústria aeroespacial e de defesa — além do lítio, essencial para a transição energética e baterias de veículos elétricos, e das terras raras, fundamentais para a fabricação de semicondutores e supercondutores. Vale ainda destacar que o Brasil é hoje um dos 10 maiores produtores do mundo, e o controle sobre o refino e os preços (fim da paridade de importação pelo governo Lula) é o que a oposição tenta reverter para beneficiar acionistas estrangeiros.
Neste cenário, a atuação da família Bolsonaro aparece como um facilitador para interesses estrangeiros que buscam o acesso facilitado a essas riquezas. Ao contrário do que prega o discurso nacionalista de fachada, o que se observa é uma negociação da soberania brasileira em troca de conveniência política e proteção internacional. Enquanto o governo Lula atua para que esses minerais sejam processados em solo nacional, gerando valor agregado e industrialização, a articulação da extrema-direita em Washington sinaliza a entrega do Brasil como um mero exportador de matéria-prima bruta sob controle de capitais externos.
Essa política de “portas abertas” para a exploração desenfreada, sem contrapartida tecnológica ou social, é o preço que a família Bolsonaro parece disposta a pagar para garantir apoio político e impunidade frente aos seus crimes. Para os Estados Unidos, o controle sobre o nióbio e o lítio brasileiro não é apenas uma questão comercial, mas de segurança nacional para frear o avanço chinês. PARA OS BOLSONARO, ENTREGAR O PATRIMÔNIO MINERAL DO PAÍS É O TRUNFO UTILIZADO PARA TENTAR ISOLAR O GOVERNO LULA E ENFRAQUECER O PROJETO DE UMA NAÇÃO SOBERANA. O resultado dessa conta é perverso: o Brasil perde o controle sobre seus recursos estratégicos, enquanto a família Bolsonaro negocia o futuro do desenvolvimento nacional para satisfazer interesses pessoais e estrangeiros.
A SOBERANIA NACIONAL É O PILAR QUE DEFINE SE O BRASIL MANTERÁ A AUTORIDADE SOBRE SEUS PRÓPRIOS RECURSOS, EMPREGOS E SEGURANÇA ALIMENTAR, OU SE O DESTINO DO POVO BRASILEIRO PASSARÁ A SER DECIDIDO EM WASHINGTON. No jogo geopolítico, mísseis, sanções e tarifas não possuem viés ideológico e não distinguem o título de eleitor de suas vítimas. Quando a autonomia de um país é quebrada, os impactos são sentidos de forma indiscriminada na destruição de cidades, no colapso de hospitais e na aniquilação de postos de trabalho. Quem defende a intervenção estrangeira, sob qualquer pretexto, está, na prática, solicitando que o território nacional seja convertido em um campo de batalha onde o povo brasileiro pagará o preço mais alto.
O custo de abrir mão da soberania é mensurável e devastador. Historicamente, países que sofreram sanções econômicas severas ou intervenções externas viram seus Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) regredirem décadas em poucos anos. Sanções financeiras, como as que a família Bolsonaro tenta articular nos Estados Unidos contra o Brasil, têm o poder de paralisar o sistema bancário, impedir a importação de medicamentos vitais e insumos básicos, e elevar a inflação de alimentos a níveis insuportáveis, atingindo primeiro as camadas mais vulneráveis da população. Além disso, a classificação de um país como “zona de conflito” ou “ameaça terrorista” provoca uma fuga imediata de capitais, que pode reduzir o PIB nacional drasticamente, como observado em nações que perderam o controle sobre sua jurisdição interna.
Portanto, o discurso da extrema-direita, que flerta com a tutela estrangeira para resolver disputas políticas domésticas, é uma afronta direta à segurança de cada cidadão. Proteger a soberania, como tem feito o governo Lula ao fortalecer o papel do Brasil no Brics e no G20, significa garantir que o nióbio, o petróleo e o agronegócio sirvam ao desenvolvimento nacional e não ao financiamento de potências externas. A bomba não tem GPS para selecionar apenas o lado oposto; ela destrói o futuro de todos. Defender o Brasil é entender que a nossa casa deve ser governada por nós, protegendo a vida e a dignidade de cada brasileiro contra qualquer tentativa de submissão ou invasão disfarçada.
O que está em jogo não é apenas política. É o futuro do Brasil como país soberano. De um lado: Lula e quem defende a soberania, a paz e a economia do povo. Do outro: Bolsonaro e políticos traidores que negociam o Brasil com potências estrangeiras para salvar a própria pele. Quem convida estrangeiros para interferir no Brasil não é patriota. É cúmplice da entrega do país. E cada cidadão precisa decidir: ou defendemos o Brasil, sua soberania e o futuro do povo, ou permitimos que interesses estrangeiros e políticos traidores transformem o país em um campo de batalha, destruindo empregos, cidades e vidas para garantir impunidade de poucos. O Brasil é soberano!